Autazes adota o i-Educar para modernizar a gestão educacional
Município do Amazonas leva pré-matrícula digital e diário de classe pela internet para a rede.
Ler mais →O i-Educar é um sistema de gestão escolar de código aberto, registrado como Software Público Brasileiro. Nasceu dentro de uma prefeitura e hoje é mantido por uma comunidade de municípios, voluntários e empresas. Qualquer rede de ensino pode adotar, sem custos de licença.
Reconhecido e apoiado por
O i-Educar começou em 2008, desenvolvido dentro da Prefeitura de Itajaí, em Santa Catarina, como software livre. Ganhou tração, virou referência e passou a ser adotado por outras redes. Em 2009, a Portábilis nasceu com a tese de manter e evoluir esse projeto de forma sustentável.
Desde então, o i-Educar deixou de ser o sistema de uma prefeitura para se tornar a base de gestão escolar de mais de 80 municípios em todo o Brasil. Centralizando o que uma rede de ensino precisa administrar: cadastro único do aluno, matrícula, frequência, avaliação, alocação de professores, transporte, biblioteca e a integração com o Censo Escolar do INEP.
Manter o código aberto tem efeito prático para o município: transparência sobre o sistema que usa, liberdade para escolher quem o implementa e a garantia de que o histórico da rede pertence a ela, não a um contrato.
Escolha um desafio da gestão para ver como o i-Educar o resolve e quais funcionalidades apoiam em cada caso.
Quando cada escola guarda seus dados da sua maneira, a secretaria passa o dia consolidando informações à mão e tem dificuldade em encontrar um número confiável. O i-Educar reúne tudo em uma base única, a partir do cadastro único do aluno.
Com frequência, avaliações e histórico do aluno na mesma base, a rede acompanha de perto quem está se afastando, e elabora planos para engajar o aluno, em vez de descobrir a evasão tarde demais.
A disputa por vaga gera fila, deslocamento e, às vezes, judicialização. A Pré-Matrícula Digital, solução de código aberto que integra o i-Educar, organiza a demanda e distribui as vagas por critério, com registro de quem entrou e por quê.
Reunir e conferir os dados do Censo costuma travar a equipe por semanas, e um erro de digitação pode atrasar o repasse. Com os dados já validados na base, a exportação para o INEP sai mais rápida e segura.
Cada solução resolve uma parte da gestão e conversa com o i-Educar pelo mesmo cadastro do aluno, sem dado duplicado.
A gestão escolar da rede: matrícula, frequência, avaliação, servidores, transporte, biblioteca e relatórios.
O diário de classe digital do professor. Notas e frequência da sala lançadas direto na base da rede.
Inscrição pela internet para vagas, com distribuição por critério. Código aberto, lançado em parceria com o MEC.
Alimentação escolar, assinatura digital, atendimento automatizado e outras integrações que se conectam ao i-Educar pela comunidade.
As soluções de parceiros se integram ao i-Educar sem fazer parte do seu código. A base segue aberta.
Antes, garantir uma matrícula significava ir até a unidade, pegar senha e esperar. Com a Pré-Matrícula Digital do i-Educar, a inscrição passou a ser feita de qualquer aparelho com internet, e a secretaria recebe os pedidos já organizados por critério. O cadastro de matrículas ficou 90% mais rápido.
A entrega do Educacenso costumava virar força-tarefa anual: reunir dados de várias fontes, conferir à mão, corrigir erros de digitação em cima do prazo. Com tudo na mesma base e já validado, o tempo de entrega caiu de 30 para 5 dias, seis vezes mais rápido.
Ao enxergar a alocação de professores com os dados do i-Educar, a rede identificou sobreposições e ociosidades que não apareciam nas planilhas. Reorganizar a distribuição rendeu uma economia de R$ 2,4 milhões, registrada pelo MEC.
O i-Educar é mantido pela Portábilis, empresa que nasceu junto do projeto em 2009. Ser mantenedora significa conduzir a evolução do sistema, revisar as contribuições da comunidade e garantir que ele siga aberto, seguro e em dia com as exigências das redes públicas.
Ao redor dela, uma comunidade formada por equipes de tecnologia de municípios, pessoas voluntárias e empresas que prestam serviço evolui o projeto. É um trabalho em construção, aberto a quem quiser participar.
Mantenedora oficial do i-Educar, reconhecida pelo Governo
Federal
O i-Educar é livre. A rede pode instalar por conta própria ou contar com uma empresa que faz a implementação e o suporte.
Sua equipe de tecnologia baixa o código, instala e opera. O projeto, a documentação e o guia de contribuição estão abertos no GitHub. Mais de 50 municípios já adotaram o i-Educar de forma independente.
Acessar no GitHubEmpresas credenciadas fazem a implantação, a migração de dados e o suporte. A lista é pública e ordenada por critério, com quem desenvolve o i-Educar em destaque e o histórico de cada empresa à vista.
Ver implementadoresO i-Educar nasceu dentro de uma prefeitura, financiado com recurso público. Tornou-se Software Público Brasileiro e segue mantido e evoluído com contratos públicos, ano após ano. É um bem público digital que pertence à sociedade brasileira, não o produto fechado de uma única empresa.
Quando um sistema de gestão escolar é fechado, a rede fica presa a um único fornecedor, não consegue auditar o que usa e paga, junto com outros milhares de municípios, para resolver o mesmo problema do zero. O i-Educar segue outro caminho: código aberto sob licença GPL, disponível para qualquer rede do país, que o município pode auditar, adaptar e levar consigo se trocar de prestador.
É o princípio que o movimento Public Money, Public Code defende: software pago com dinheiro público deve ter código público. No Brasil, a Lei 14.063/2020 determina que todo software público seja livre, e a preferência do setor público por software livre tem respaldo do STF e do TCU.
Esse modelo vai além da escola. Quando o código é aberto, o cidadão pode auditar o que o governo usa, e cada município que adota o i-Educar ajuda a sustentar uma rede de empresas e profissionais que vive em torno do projeto. Nós assumimos esse compromisso por escolha, e o reafirmamos aqui.
Município do Amazonas leva pré-matrícula digital e diário de classe pela internet para a rede.
Ler mais →Solução de acesso à vaga passa a estar disponível para qualquer município adotar e adaptar.
Ler mais →CanoasTec apresenta o uso do sistema no maior evento de tecnologias livres da América Latina.
Ler mais →O código é aberto e não tem custo de licença, mas isso não quer dizer que sai de graça do começo ao fim. Transformar o código num sistema que funciona em escala, com segurança, suporte, migração de dados e treinamento, dá trabalho. A rede pode fazer esse trabalho com a própria equipe ou contratar uma empresa. Licença de uso ela nunca paga.
Porque resolve três problemas de sistemas fechados: a falta de transparência (o cidadão não consegue auditar o que o governo usa), a dependência de um único fornecedor e a duplicação de gasto, com cada município pagando do zero pelo mesmo problema. No Brasil, a Lei 14.063/2020 determina que software público seja livre. Internacionalmente, é a direção do movimento Public Money, Public Code.
Não, quando a contratação é desenhada para permitir competição entre fornecedores da mesma solução. A preferência do setor público por software livre tem respaldo na lei e na jurisprudência: o STF (ADI 3059), o TCU (Acórdão 1521/2003) e a Instrução Normativa 04/2014. Há ainda modelos de edital abertos que orientam como contratar de forma competitiva.
Não. Como o código é aberto e os dados pertencem à rede, o município pode trocar de prestador ou assumir a operação com a própria equipe, sem perder o sistema nem o histórico. É uma liberdade que sistemas fechados costumam não dar.
É o conjunto de pessoas e organizações que usam e evoluem o i-Educar: equipes de TI de municípios, pessoas desenvolvedoras voluntárias e empresas implementadoras. Vive no fórum, no Telegram e no GitHub. A Portábilis mantém e administra o projeto como mantenedora oficial.
Sim, se o município tem equipe de tecnologia. O código, a documentação e o guia de contribuição estão no GitHub, e mais de 50 municípios já adotaram o i-Educar por conta própria. Se a rede preferir, pode contar com uma empresa implementadora para a implantação e o suporte.